CONSUMIDOR EM SC DEVE TER GASTO MODERADO DURANTE A COPA DO MUNDO

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Uma em cada quatro famílias pretende consumir itens relacionados à Copa do Mundo, em Santa Catarina. Conforme a Pesquisa Nacional de Intenção de Gastos no período, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 24,2% dos entrevistados em Florianópolis vão às compras durante o mundial, equilibrado a média nacional (24%) deste ano, mas bem inferior a 2014 (36,9%). O percentual daqueles que não vão consumir no período (75,8%) é maior do que nas outras capitais da região Sul: Curitiba (60%) e Porto Alegre (68,7%).
A pesquisa aponta ainda que os torcedores estarão bem caseiros neste ano: mais da metade (54,5%) deve consumir em casa, contra 18,2% que pretende assistir às partidas em bares e restaurantes. Na Copa passada, o comportamento foi o contrário: 21,6% fora e 18,1% em casa.
Conforme o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt, apesar da recuperação da economia, a expectativa do comércio com o início dos jogos é moderada, visto que as condições de consumo estão menos favoráveis do que há quatro anos. Outro fator é que o envolvimento da população também foi maior naquele ano pelo fato de o país ser sede dos jogos.
“A retomada do consumo está em curso, lentamente, há mais de um ano no Estado, mas o humor do mercado é influenciado pelo cenário político, que provoca oscilação nos indicadores econômicos. No primeiro trimestre de 2014, por exemplo, a taxa de desemprego em SC era de 3,1%, diante dos 6,5% apontados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) em 2018. A renda real do catarinense também estagnou: do primeiro trimestre de 2014 para o primeiro trimestre de 2018 caiu 0,8%”, afirma Breithaupt.

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Os produtos mais procurados pelos consumidores em Florianópolis serão alimentos e bebidas (11,4%), itens de vestuário masculino, feminino e infantil (7,9%) e TV (3%). Em 2014, os índices foram de 14,7%, 10,5% e 5,2%, respectivamente. A maioria (70,7%) pretende pagar à vista, superando o comportamento nacional (63,6%).
O gasto médio apontado pela maioria dos entrevistados (35%) foi de mais de R$ 300, seguido por 27,6% que devem gastar até R$ 100 e 22,5% com intenção de desembolsar até R$ 200.

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